Discus

Sobre a Discus

Aprender como se aprende realmente

A história de uma app nascida de uma necessidade pessoal — e como se tornou uma ferramenta para todos aqueles que realmente querem falar uma língua.

Amaury Lavoine

Amaury Lavoine

Fundador, Discus

Fundador da Discus, baseado em Ontário. Aprende swahili diariamente com uma professora queniana — é esta prática que orienta cada decisão de produto.

A história da Discus

Tudo começou com o swahili. Decidi aprender esta língua com uma professora queniana e rapidamente percebi que nenhuma ferramenta existente se adequava realmente à minha forma de aprender. As apps convencionais impunham-me o seu ritmo, o seu vocabulário, o seu método — não o meu.

O que me faltava era um verdadeiro companheiro de estudo. Algo que me ajudasse a memorizar mais rapidamente o que aprendia na aula, a construir o meu próprio léxico ao longo das semanas e a traçar o meu próprio caminho — não o de um algoritmo.

Então comecei a construir a ferramenta que não conseguia encontrar. Primeiro para mim, experimentando, testando. Depois pensei que outras pessoas provavelmente aprendiam como eu: com um professor, com um livro, com uma viagem em mente, por uma razão pessoal.

A Discus nasceu dessa intuição. Uma app para aprender como realmente se aprende — ao seu ritmo, com as suas palavras, com a sua história. Continuo a usá-la todos os dias para o meu swahili. E cada melhoria vem primeiro da minha própria prática.

A nossa missão

Ajudar cada pessoa a aprender uma língua ao seu ritmo, com as suas palavras, em complemento à vida real — e não em vez dela.

Aprender de verdade

Não memorizar por memorizar. Construir competências duradouras, prontas a serem utilizadas numa conversa real.

Traçar o seu caminho

O teu léxico, o teu ritmo, os teus objetivos. A app adapta-se a ti, não o contrário.

O respeito pelo tempo

Alguns minutos bem gastos por dia valem mais do que uma hora perdida a rolar.

O que é importante para nós

Quatro princípios que orientam cada linha de código e cada palavra da interface.

01

O diálogo em primeiro lugar

Não se aprende uma língua para acumular pontos — aprende-se para falar com alguém. Tudo é pensado para esse momento.

02

Ritmo pessoal

Sem estrias a manter, sem notificações ansiosas. Voltas quando quiseres, retomas de onde paraste.

03

Cuidado com o detalhe

A IPA bem feita, os exemplos que soam certos, a IA que não alucina. Cada detalhe conta porque uma língua é feita de detalhes.

04

Aberto a todos

O swahili ou o alemão, a tua primeira ou quinta língua: a Discus adapta-se a ti, onde quer que estejas.

Uma pergunta? Uma ideia?

Respondemos rapidamente e adoramos conversar com quem está a aprender uma língua.